A redução da jornada semanal de 44 para 40 horas pode exigir mais contratações na construção civil. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estima que seriam necessários cerca de 288 mil trabalhadores adicionais. O objetivo seria compensar a diminuição das horas trabalhadas pelas equipes do setor.
O presidente da entidade, Eduardo Aroeira Almeida, apresentou essa avaliação em entrevista à imprensa. Segundo ele, a mudança pode encarecer a produção e causar atrasos na execução das obras. O alerta inclui empreendimentos de infraestrutura e programas sociais federais, entre eles o Minha Casa, Minha Vida, que podem ter sua execução afetada.
A CBIC informou que pretende ajudar as empresas no processo de adaptação à jornada reduzida. A entidade também afirmou que continuará conversando com o governo para buscar formas de diminuir os impactos da medida. Segundo o dirigente, essa atuação terá como objetivos preservar postos de trabalho, manter investimentos e assegurar a continuidade de obras essenciais para a população.
O que muda na obra: Para planejar equipes, custos e prazos, vale acompanhar o andamento da mudança e as discussões sobre adaptação. A necessidade de contratações é uma estimativa da CBIC, não um dimensionamento aplicável a cada canteiro.
Em resumo: • Análise considera a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. • CBIC estima demanda por cerca de 288 mil trabalhadores adicionais. • Entidade aponta risco de aumento de custos e atrasos nas obras.
Fonte: Agência CBIC — “Deu na mídia: Eduardo Aroeira destaca no SBT News impactos da redução da jornada de trabalho na construção civil”, publicada em 19/10/2026. https://cbic.org.br/deu-na-midia-eduardo-aroeira-destaca-no-sbt-news-impactos-da-reducao-da-jornada-de-trabalho-na-construcao-civil/
Texto da Redação Arktop produzido com IA a partir da matéria citada. Imagem ilustrativa gerada por IA. Mais notícias, pesquisáveis, na aba Notícias da Enciclopédia Arktop.