A Selic foi mantida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A votação foi unânime e suspendeu a sequência de reduções iniciada em abril de 2026. Parte do mercado esperava um corte de 0,25 ponto percentual.
Antes dessa decisão, o Copom havia realizado cinco reduções consecutivas. O cenário reúne dificuldades para conter a inflação, como a instabilidade do câmbio e as tensões no Oriente Médio. Com os juros ainda elevados, o crédito segue caro, com efeitos sobre investimentos, consumo e atividade econômica.
A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, subiu 0,32% em outubro. Na comparação acumulada em 12 meses, o indicador passou de 4,5% para 4,62%. O resultado supera o teto de 4,5% definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O boletim Focus, do Banco Central, aponta expectativa de inflação de 5,22% pelo IPCA no encerramento de 2026, também acima desse limite. A Selic é a principal ferramenta usada pelo Banco Central no controle da inflação. Desde janeiro de 2025, a verificação da meta considera, a cada mês, a inflação acumulada em 12 meses.
O que muda na obra: Para quem depende de crédito para construir ou investir, vale conferir as condições de financiamento antes de assumir compromissos. A decisão não trouxe o corte esperado por parte do mercado, e o custo do crédito continua elevado.
Em resumo: • Copom mantém Selic em 13,75% ao ano por decisão unânime. • Sequência de cortes iniciada em abril de 2026 foi interrompida. • IPCA-15 acumulado em 12 meses chega a 4,62%, acima do teto da meta. • Crédito caro segue com reflexos sobre os investimentos.
Em alta: o assunto também foi notícia em Agência Brasil e g1 Economia.
Fonte: Agência CBIC — “Copom mantém Selic em 13,75% ao ano”, publicada em 04/11/2026. https://cbic.org.br/copom-mantem-selic-em-1375-ao-ano-2/
Texto da Redação Arktop produzido com IA a partir da matéria citada. Imagem ilustrativa gerada por IA. Mais notícias, pesquisáveis, na aba Notícias da Enciclopédia da Construção.